O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o último recurso da defesa de Marcelo da Silva, acusado pela morte de Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, em Petrolina, Pernambuco. A decisão unânime dos ministros rejeitou os embargos de declaração que tentavam levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), encerrando assim a tramitação no STJ.
justiça: cenário e impactos
Decisão do STJ e próximos passos
Com a decisão publicada nesta sexta-feira (12), o processo retornará à Vara do Tribunal do Júri de Petrolina, que deverá marcar a data do julgamento popular de Marcelo da Silva. Os advogados do réu buscavam anular a sentença de pronúncia, alegando falhas nas investigações, mas o STJ considerou os argumentos insuficientes.
Histórico do caso Beatriz
Beatriz foi assassinada a facadas em 2015, durante uma festa de formatura no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. Marcelo da Silva confessou o crime, alegando que esfaqueou a menina após ela se assustar ao encontrá-lo. Ele foi identificado em 2022 através de cruzamento de DNA.
Acusações e defesa do réu
Marcelo é acusado de homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, meio cruel e dissimulação. Durante o processo, ele permaneceu em silêncio, seguindo orientação da defesa, que insiste em sua inocência. Uma carta atribuída a ele afirma: “Eu sou inocente, eu não matei a criança”.
Decisão judicial e recursos
Em dezembro de 2023, a juíza Elane Brandão Ribeiro decidiu levar o réu a júri popular, destacando provas que indicam resistência da vítima a interesses sexuais do acusado. Desde então, a defesa tem apresentado recursos para evitar o julgamento.
O caso continua a atrair atenção pública, enquanto a sociedade aguarda o desfecho judicial.
Para mais informações sobre o andamento de casos judiciais, acesse fontes confiáveis como o site do STF.
Fonte: jc.uol.com.br
