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Deputado critica novas tarifas dos EUA contra o Brasil

Deputado critica novas tarifas dos EUA contra o Brasil

Uma delegação de parlamentares brasileiros, alinhados ao governo, está em missão nos Estados Unidos para discutir a recente imposição de novas tarifas americanas ao Brasil. O deputado Pedro Campos (PSB-PE), em entrevista à CNN, afirmou que não há justificativa técnica para essas medidas, que ele considera terem motivações políticas.

Contexto das novas tarifas e seção 301

Campos destacou que a situação atual difere das tarifas anteriores, que foram derrubadas pela Suprema Corte americana. A nova leva de tarifas está sendo processada sob a seção 301, o que representa uma mudança na abordagem jurídica. Segundo o deputado, a delegação entende que a medida carece de base legal e visa influenciar as eleições no Brasil.

Encontros com parlamentares e organizações internacionais

Durante a visita, a delegação brasileira se reuniu com representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA) e parlamentares democratas dos EUA. As discussões abrangeram não apenas as tarifas, mas também a cooperação internacional no combate ao crime organizado, incluindo o caso de Ricardo Magro, investigado na Operação Carbono Oculto.

Investigação sobre o filme Dark Horse

Outro ponto abordado foi a solicitação para que parlamentares americanos investiguem o envio de recursos aos EUA para a produção do filme Dark Horse. Há suspeitas de lavagem de dinheiro e mau uso de recursos, conforme relatado pela própria produtora envolvida.

Impressões dos parlamentares americanos

Os parlamentares democratas americanos mostraram-se impressionados com as informações sobre o caso Master, que envolve suspeitas de corrupção relacionadas ao governo Trump e à família Bolsonaro. A preocupação é que isso se torne um escândalo de corrupção nos EUA.

Essas discussões refletem a complexidade das relações bilaterais e a necessidade de diálogo contínuo entre os países para resolver questões comerciais e políticas.

Para mais informações, acesse a CNN Brasil.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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