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Comunidade de Riacho Seco exige respostas sobre morte em ação policial

Comunidade de Riacho Seco exige respostas sobre morte em ação policial
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O distrito de Riacho Seco, em Curaçá, vive momentos de tensão após a morte de Jamerson Alves Café, de 23 anos, durante uma operação policial na madrugada da última quinta-feira. A comunidade local, junto com a família do jovem, busca esclarecimentos sobre as circunstâncias do ocorrido.

Relatos de familiares e moradores

Segundo informações de familiares, Jamerson estava em casa com sua esposa e filha quando a polícia chegou. Ele era conhecido por trabalhar com a compra e venda de maracujá e por manter uma pequena roça. Os familiares contestam as alegações de que Jamerson estaria envolvido em atividades criminosas e afirmam que ele não possuía armas.

Acusações de irregularidades na operação

Moradores denunciam que a ação policial foi conduzida sem mandado judicial e que câmeras de segurança da comunidade foram recolhidas. Essas alegações aumentaram a preocupação e o sentimento de insegurança entre os habitantes de Riacho Seco.

Clamor por investigação e justiça

A comunidade exige uma investigação rigorosa por parte das autoridades competentes. “Se havia suspeita, que prendesse e deixasse a Justiça apurar. O que queremos é esclarecimento sobre o que realmente aconteceu”, desabafaram os familiares.

Falta de informações oficiais

Até o momento, as autoridades de segurança não divulgaram detalhes oficiais sobre a operação. O silêncio oficial só aumenta a ansiedade e a desconfiança entre os moradores, que aguardam por respostas claras e transparentes.

Espaço aberto para esclarecimentos

O caso continua sem respostas definitivas, e a comunidade de Riacho Seco permanece em busca de justiça. O espaço está aberto para que as autoridades responsáveis se manifestem e tragam luz aos fatos.

Para mais informações sobre o caso, acesse G1 Bahia.

Fonte: didigalvao.com.br

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