O ativista brasileiro retornou a São Paulo após ser deportado de Israel, onde alegou ter sofrido tortura e presenciado abusos contra prisioneiros palestinos durante os 10 dias em que esteve detido.
Flotilha Global Sumud e a detenção
O ativista e o espanhol Abu Keshek integravam a segunda Flotilha Global Sumud, que partiu da Espanha com o objetivo de romper o bloqueio israelense à Faixa de Gaza, levando ajuda humanitária. A flotilha foi interceptada por forças israelenses, resultando na prisão dos dois e na deportação de mais de 100 ativistas para Creta.
Acusações e libertação
Os dois foram acusados de crimes como auxílio ao inimigo e contato com grupo terrorista, acusações que ambos negaram. Após serem libertados, foram entregues às autoridades de imigração para deportação.
Reações e declarações
O ativista afirmou que seu retorno ao Brasil foi uma correção de uma violação grave, alegando ter sido sequestrado por Israel. Ele relatou ter sofrido “todo tipo de violações” durante a detenção, enquanto prisioneiros palestinos em celas próximas teriam recebido tratamento ainda pior.
Resposta de Israel e apoio internacional
Israel negou as alegações de tortura, afirmando que todas as medidas estavam de acordo com a lei. Os governos da Espanha e do Brasil consideraram a detenção ilegal.
Contexto do conflito em Gaza
A Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas, considerado uma organização terrorista por Israel e parte do Ocidente. O conflito intensificou-se após um ataque do grupo a Israel em outubro de 2023, deixando a população de Gaza desabrigada e dependente de ajuda humanitária.
Para mais informações, consulte a CNN Brasil.
Fonte: cnnbrasil.com.br
