Na última sexta-feira, um jato americano interceptou dois petroleiros iranianos que tentavam romper o bloqueio. O comando naval da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) afirmou que qualquer ataque a seus navios resultará em uma resposta severa contra centros americanos na região.
A Força Aeroespacial da IRGC destacou que “mísseis e drones estão travados no inimigo” e que aguardam ordens para abrir fogo. Este cenário ressalta a crescente tensão entre as nações, com possíveis desdobramentos militares.
O conflito entre Estados Unidos e Irã se intensificou desde o ataque que matou o líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Em resposta, o Irã realizou ataques a países do Golfo, mirando interesses americanos e israelenses. Mais de 1.900 civis iranianos morreram, enquanto os EUA registraram 13 baixas militares.
A guerra também se expandiu para o Líbano, onde o Hezbollah, apoiado pelo Irã, atacou Israel. Em retaliação, Israel lançou ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah, resultando em mais de 2.500 mortes no território libanês.
Com a morte de grande parte da liderança iraniana, Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, foi eleito novo líder supremo. Especialistas afirmam que ele representa uma continuidade da repressão. A escolha foi criticada por Donald Trump, que a considerou um “grande erro”.
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Fonte: cnnbrasil.com.br
