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Pai é preso acusado de abusar e agredir filha de 13 anos no Amazonas

Imagem gerada com IA
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Um caso chocante de violência doméstica foi registrado na Comunidade Primavera, no Amazonas, onde um homem de 41 anos foi preso sob a acusação de estuprar e agredir sua filha de 13 anos. A prisão ocorreu no último domingo, conduzida pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada de Polícia e da Delegacia Interativa de Polícia de Itacoatiara.

Detalhes do Caso e Prisão

A prisão do suspeito foi realizada em uma área remota, a aproximadamente três horas de lancha do centro de Itacoatiara. A adolescente, vítima dos abusos, estava em uma situação de extrema vulnerabilidade e relatou ter sido ignorada por membros da comunidade quando buscou ajuda. Em um ato de desespero, ela enviou mensagens a um pastor que mantém uma página no Facebook destinada a denúncias desse tipo, o qual, por sua vez, acionou as autoridades competentes.

Relatos de Abusos Contínuos

De acordo com a delegada responsável pelo caso, a adolescente relatou que os abusos eram contínuos, incluindo atos libidinosos e agressões físicas, como chutes e socos. Além disso, o pai demonstrava um comportamento possessivo e ciumento em relação à filha. Após descobrir que ela havia relatado os abusos, ele passou a ameaçá-la para que desmentisse os fatos, agravando ainda mais a situação.

Investigação e Omissão Materna

Conversas obtidas pela polícia revelaram que a mãe da adolescente tinha conhecimento dos abusos, mas optou por se omitir. Ela chegou a repreender a filha quando o assunto era abordado. A mãe agora também está sendo investigada por omissão imprópria, enquanto o pai foi preso preventivamente.

Repercussão e Ação Policial

O caso gerou grande repercussão na região, destacando a importância de canais de denúncia e apoio para vítimas de violência doméstica. A ação da Polícia Civil do Amazonas foi fundamental para a proteção da adolescente e para a condução das investigações, que continuam em andamento.

Para mais informações sobre como denunciar casos de violência, acesse aqui.

Fonte: metropoles.com

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