A atriz Alanis Guillen obteve uma medida protetiva contra sua ex-namorada, Giovanna Reis, com base na Lei Maria da Penha. A decisão foi divulgada pelo perfil “Segue A Cami” nas redes sociais e confirmada pelo jornalista Gabriel Vaquer. A medida foi solicitada após Alanis relatar episódios de perseguição e ameaças.
proteção: cenário e impactos
Acusações de perseguição e ameaças
De acordo com o despacho judicial, Alanis acusou Giovanna de perseguição, ameaça e invasão de domicílio. A situação teria se agravado após o término do relacionamento, ocorrido em março. Na época, também vieram à tona publicações antigas de Giovanna com comentários racistas e homofóbicos, o que gerou grande repercussão.
Provas apresentadas à Justiça
Na denúncia, Alanis anexou mensagens, registros e testemunhos que comprovariam as tentativas insistentes de contato e ameaças de exposição de sua vida privada. A atriz também relatou que Giovanna teria abordado colegas de elenco da novela “Três Graças” em tentativas de intimidação.
Decisão judicial e medidas impostas
Diante das provas, a Justiça do Rio de Janeiro concedeu a medida protetiva, classificando o caso como violência psicológica e perseguição. A decisão, assinada em 29 de abril, proíbe Giovanna de manter qualquer tipo de contato com Alanis, seja por telefone, redes sociais ou e-mail, além de impor uma distância mínima de 300 metros.
Restrições adicionais e repercussões
A ordem judicial também impede Giovanna de fazer comentários públicos sobre Alanis ou divulgar aspectos de sua vida privada. Procurada para comentar, Giovanna afirmou que não pode se pronunciar sobre o caso, enquanto a assessoria de Alanis não se manifestou.
O caso destaca a importância das medidas protetivas em situações de violência psicológica e perseguição, reforçando a proteção dos direitos das vítimas.
Para mais informações sobre a Lei Maria da Penha, consulte o site oficial do Governo Brasileiro.
Fonte: hugogloss.uol.com.br
