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Falha elétrica deixa navio de guerra dos EUA à deriva no Indo-pacífico

Falha elétrica deixa navio de guerra dos EUA à deriva no Indo-pacífico

Detalhes do Incidente e Resposta da Marinha

O comandante Matthew Comer, porta-voz da 7ª Frota dos EUA, relatou que o USS Higgins sofreu uma perda total de potência. Os relatórios iniciais indicam um mau funcionamento elétrico, possivelmente gerando faíscas ou fumaça, que cessaram após o desligamento da energia. Felizmente, não houve feridos a bordo.

Impacto na Operação do Navio

Especialistas destacaram que a perda de energia por várias horas comprometeu significativamente a capacidade do navio de operar seus sistemas eletrônicos e de defesa. Carl Schuster, ex-capitão da Marinha dos EUA, afirmou que o navio ficou “indefeso, cego eletronicamente e imóvel”. Em situações como essa, apenas os geradores a diesel de emergência mantêm comunicações e ar condicionado operacionais.

Investigações e Contexto

A Marinha dos EUA está investigando a causa do problema, que ocorreu em uma área vasta sob responsabilidade do Comando Indo-Pacífico. Essa região se estende das águas da costa oeste dos EUA até a fronteira ocidental da Índia, abrangendo do Polo Norte à Antártica.

Importância do USS Higgins na Frota

O USS Higgins, comissionado em 1999, é parte crucial da frota de superfície da Marinha dos EUA, composta por mais de 70 destróieres da classe Arleigh Burke. Com 150 metros de comprimento, o navio é equipado com o sistema de combate Aegis e mísseis de ataque terrestre Tomahawk, destacando sua importância estratégica.

Incidentes Recentes na Frota Americana

Este não é o único incidente recente envolvendo navios da Marinha dos EUA. No mês passado, um incêndio ocorreu no porta-aviões USS Gerald R. Ford, embora não relacionado a combate. Dois marinheiros ficaram feridos, mas em condição estável. Esses eventos ressaltam os desafios contínuos enfrentados pela frota em operações globais.

Para mais informações sobre a Marinha dos EUA e suas operações, visite a página oficial da Marinha dos EUA.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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