Em 2025, a Neoenergia Pernambuco intensificou suas ações para combater o furto de energia em Petrolina, uma das principais cidades do estado. A distribuidora mobilizou suas equipes para realizar um grande número de inspeções que resultaram na identificação de mais de 5 mil ligações clandestinas.
Resultados das Inspeções
As operações realizadas em Petrolina durante o ano contaram com aproximadamente 8 mil inspeções. O resultado dessas atividades foi a recuperação de mais de 7,2 milhões de kWh de energia. Para se ter uma ideia, esse volume é suficiente para atender ao consumo mensal de mais de 60 mil residências, o que revela a gravidade do problema do furto de energia na região.
Tecnologia no Combate às Irregularidades
Para aumentar a eficácia nas operações, a Neoenergia utilizou soluções tecnológicas modernas, como análise de dados e monitoramento inteligente da rede elétrica. Essas ferramentas permitiram uma identificação mais precisa das fraudes e ligações não autorizadas, contribuindo para a melhoria na qualidade do fornecimento de energia.
Impacto na Qualidade do Fornecimento
Luiz Paulo Marinho, gerente de operações da Neoenergia, destacou a importância de coibir o furto de energia, enfatizando que as ligações clandestinas não apenas afetam os infratores, mas também comprometem a qualidade do serviço prestado a todos os consumidores. A presença de irregularidades na rede pode resultar em oscilações e, em casos extremos, interrupções no fornecimento de energia.
Consequências Legais e Denúncias
A empresa ressalta que o furto de energia é considerado crime conforme o artigo 155 do Código Penal Brasileiro, implicando penalidades severas para os infratores. Além disso, a Neoenergia convida a população a colaborar, informando suspeitas de ligações clandestinas ou fraudes no medidor pelo número 116, garantindo o anonimato dos denunciantes.
Essas ações não apenas visam a recuperação da energia furtada, mas também a proteção da integridade do sistema elétrico, promovendo um fornecimento mais seguro e estável para todos os consumidores.
Fonte: https://www.carlosbritto.com




