Uma situação alarmante tem gerado preocupação entre alunos, pais e funcionários de uma escola situada na Avenida 2, no bairro Rio Corrente, na Zona Oeste de Petrolina. Um esgoto estourado, tanto na parte externa quanto interna da instituição, tem gerado um forte mau cheiro, dificultando o acesso e representando riscos à saúde das crianças.
Impacto na Comunidade Escolar
De acordo com relatos de uma mãe de aluno, a situação se arrasta há um tempo considerável sem solução. "A situação está insuportável. O esgoto estourado na frente e dentro da escola provoca um cheiro muito forte. As crianças acabam passando por cima do esgoto, e algumas até caem. É horrível", desabafou.
Tentativas de Resolução
Os responsáveis pela escola já tentaram solucionar o problema, mas descobriram que a questão está relacionada à rede externa de esgoto, o que requer a intervenção da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). "A escola já acionou profissionais para desentupir, mas informaram que a questão está a mais de 100 metros de distância. A água está voltando e borbulhando, e não há o que fazer. Já tentamos contato com a Compesa várias vezes e até agora não recebemos resposta", relatou uma das funcionárias.
Consequências para o Trânsito Local
Além dos problemas enfrentados pela escola, a situação do esgoto estourado também tem gerado complicações no trânsito da região. Motoristas são obrigados a parar ou desviar para conseguir passar pelo local afetado, o que tem causado transtornos adicionais para a comunidade.
Clamor por Soluções Imediatas
Diante desse cenário preocupante, pais e moradores exigem uma solução rápida para garantir condições adequadas e seguras para os estudantes. Até o momento, a Compesa não se manifestou oficialmente sobre a situação.
Conclusão
A situação do esgoto estourado em frente à escola no bairro Rio Corrente é um exemplo claro de como problemas de infraestrutura podem impactar diretamente a vida escolar e a segurança da comunidade. A expectativa é que as autoridades competentes tomem as medidas necessárias para resolver essa questão urgentemente, evitando assim riscos à saúde e ao bem-estar das crianças.
Fonte: https://www.carlosbritto.com








